A
Biotecnologia
é
definida,
num
sentido
mais
amplo
como
“o
uso
de
sistemas
celulares
para
a
geração
de
produtos
e
serviços”.
Neste
sentido
podemos
enquadrar
muitas
atividades
humanas
como
Biotecnologia.
A
produção
de
vinho,
cerveja
e
pão,
datam
de
pelo
menos
3.000,
o
que
coloca
a
Biotecnologia
como
uma
das
ciências
mais
antigas.
Hoje
se
fala
muito
de
Biotecnologia,
mas
o
termo
traz
à
lembrança
da
maioria
das
pessoas
apenas
temas
relacionados
às
Biotecnologias
modernas
que
envolvem
diretamente
manipulação
do
DNA.
Em
um
sentido
mais
profundo
a
Biotecnologia
é
uma
ciência
fundamentalmente
integradora
pois
é
a
intersecção
de
diferentes
áreas
do
conhecimento.
O
“II
Seminário
Catarinense
de
Biotecnologia
e
Bionegócios”
dará
continuidade
à
primeira
versão
realizada
no
ano
de
2007
com
os
mesmos
objetivos
da
versão
anterior
do
evento,
de
forma
que
deverão
ser
apresentadas
às
comunidades
novas
pesquisas,
novos
produtos
e
tecnologias,
e
sua
aplicação
na
solução
de
problemas
em
todas
as
áreas
do
Bionegócio.
São
objetivos
desse
evento:
•
Promover
o
encontro
da
comunidade
científica
com
o
empresariado
regional
e
empresários
interessados
em
investir
na
área;
•
Colocar
em
foco
a
Biotecnologia
como
agente
do
desenvolvimento
regional;
•
Demonstrar
as
novas
rotas
tecnológicas
à
comunidade
acadêmica
e
empresariado;
•
Inserir
a
região
no
conceito
das
incubadoras
de
empresas
de
caráter
científico
e
tecnológico
bem
como
demonstrar
a
importância
da
inovação
tecnológica.
Para
o
evento
serão
realizadas
palestras
e
discussões
sobre
temas
relacionados
à
Biotecnologia,
nas
suas
diferentes
áreas
bem
como
a
apresentação
de
trabalhos
científicos
relacionados
à
Biotecnologia
e
Bionegócios.
O
seminário
é
uma
ótima
oportunidade
de
trazer
para
o
Meio-oeste
Catarinense
uma
reflexão
sobre
as
novas
pesquisas,
produtos
e
tecnologias,
bem
como
sua
aplicação
na
solução
de
problemas
nas
áreas
temáticas.
Também
será
uma
oportunidade
de
colocar
frente
a
frente,
a
comunidade
científica
e
o
empresariado,
quando
então,
será
possível
colocar
em
foco
a
Biotecnologia
como
agente
do
desenvolvimento
regional,
mostrar
as
novas
rotas
tecnológicas
à
comunidade
acadêmica
e
empresariado
e
inserir
a
região
no
eixo
científico
e
tecnológico.